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Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They’re not fond of rules, and they have no respect for the status quo. You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them, but the only thing you can’t do is ignore them - because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world are the ones who do.
Steve Jobs (via faceirices)
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Tudo é possível, exatamente por ser impossível

Para mim tudo é possível, e ao mesmo tempo impossível. TUDO.

Como? Simples. A base vem da teoria do caos e do efeito borboleta, que diz que simples atos e acontecimentos, moldam a vida de todo mundo.

Exemplo pessoal: Eu sempre treinei futebol de campo desde os 8 anos em jundiaí, depois que me mudei pra amparo com 13, continuei treinando no clube local, só que lá eu era reserva - jogava bem no time reserva, ai me colocavam no titular, eu não jogava bosta nenhuma, ai voltava pro reserva - até que um dia, jogando bola descalso na quadra da rua perto de casa, machuquei o meu dedão, e não pude ir treinar por umas duas semanas. Quando eu já estava apto a voltar, no dia que eu iria voltar, um amigo me convense a ir jogar video-game na casa dele que seria campeonatinho e tal, ao invés de ir ao treino. A partir desse dia, eu nao treinei mais futebol de campo. Depois de um ano me dediquei ao futebol de quadra, e disputei alguns campeonatos como titular do time. No que isso implicou?

Em tudo o que eu sou agora, porque se eu não fosse jogar video-game e fosse jogar campo, poderia ter ficado mais amigo do pessoal do treino de campo, começado a sair com eles, encontrado alguém em uma festa que eu fosse com esse pessoal, e hoje estar namorando, e muitas outras mudanças. Que mudaria não só a minha vida mas a de todo mundo.

Mas qual a chance disso ter acontecido? de eu machucar o pé ? se eu não tivesse ido na quadra aquele dia eu não teria machucado, se eu não tivesse chutado aquela hora, e tentasse mais um drible, também não, se o outro time tivesse feito o gol e meu time tivesse saído, tbm não, se meu pai nao tivesse vindo do paraná exatamente para o bairro de jundiaí que ele foi, minha mãe também, teria que vir de minas para aquele bairro, e os pais dela, e os pais dos pais dela, e césar e cleopatra, e tudo o mais.

Ou seja, pra eu estar aqui escrevendo isso, muitas escolhas entre zilhões de outras foram feitas. Se colocar numa calculadora, qual a probabilidade da coisas acontecerem comigo da maneira que aconteceram, e de eu existir pra que elas acontecessem, a chance é de 1 em infinito, e esse numero tende a 0, é impossivel matematicamente as coisas terem acontecidos da maneira que elas aconteceram, mas aconteceram, então, a chance de eu ganhar na mega-cena amanhã e de eu dar um tapa em alguém, é a mesma, afinal mesmo que a chance da mega-sena nesse exato momento ser menor, na hora que você soma isso a 1 / infinito, continua tendendo a zero, e o tapa também.

Logo, tudo é possível, porque é matematicamente impossivel.

E toda verdade é uma mentira não descoberta, mas isso eu falo depois.

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Um diálogo de dois anos atrás ressuscitado.

(Sem correções nem modificações)

-Se você pudesse escolher um super-poder, qual escolheria?

-De onde você tirou isso Rafa?

-Deixa de ser chata e responde Aira.

-Sei lá, acho que escolheria voar.

-Todos escolhem isso, a maioria não pensa nas opções, apenas escolhem voar.

-É porque é o mais legal - Ela já sabe que vem mais uma daquelas ideias doidas dele.

-Pensa - diz ele sempre que vai começar uma argumentação- As pessoas acham voar mais legal, porque a maioria dos super-herois voam, pelo menos os mais conhecidos:

Super-man voa, Mulher maravilha voa, o Batman plana, o Homem-Aranha praticamente voa, o Hulk da uns saltos gigantescos. Mas as pessoas não pensam que eles fazem mais que voar. Se eles só voassem, não seriam grande coisa.

-Mas eu não queria voar pra salvar os outros, não é pra ser super-heroi, é pela sensação de liberdade.

-Mas voar não te traria liberdade, afinal se alguém ver uma pessoa voando vão achar que é magia negra

-Então qual poder você acha que é o melhor?

-Ler pensamentos.

-Eu sabia que diria isso. Mas esse é outro poder que não seria tão bom assim.

-Como não? Saber antecipadamente o que todos pensam sobre você.

-Simples, muitas vezes acontece de as pessoas não irem com a sua cara quando se conhecem, mas a pessoa é simpática e educada, com o tempo essa pessoa pode perceber que você não era o que ela pensava e quem sabe se tornarem ótimos amigos. MAAAAAAAAS se você tivesse lido o pensamento daquela pessoa no inicio, você veria que ela não foi com a sua cara e se afastaria.

-É pode ser, mas eu queria ter controle sobre esse poder.

-Mas então quando você saberia que hora usar?

-Ah sei lá. Melhor ficarmos sem poderes então e já era.

-Melhor mesmo.

-Mas só pra saber, se eu pudesse ler seu pensamento o que eu leria agora?

-Que estou cansada dessa conversa boba e que poderíamos ir tomar um sorvete.

-Boa ideia, apesar de saber que não é só isso que está pensando.

-Realmente não é, mas também você não tem como saber.

-Infelizmente. Então vamos?

-Vamos.

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O Otimista.

O Otimista é aquele cara que está sempre de bom humor, que pode estar chovendo e o cara estar todo molhado e o cara está tirando um sarro da situação.

Muitos o vêem como um bobo, um idiota que ri de nada, um paspalho que não para pra ver o quanto de problemas tem no mundo, um cara que não tem consciencia da crueldade que está a seu redor.

O lance é ver o que acontece, é sacar que existe merda pra caralho no mundo, e perceber que no meio desse monte de merda tem muita gente boa, tem muita coisa bacana, e se eu me focar nas merdas eu dificilmente farei algo bacana, se eu me contentar em achar que vai ser sempre uma merda, eu estarei contribuindo para isso.

Então como eu posso me dedicar ao maximo aquilo que eu estou fazendo se eu não espero pelo melhor ? Com que animo eu irei escrever esse texto se eu não achar que pelo menos uma pessoa vá ler ? E com que animo eu escreverei se eu acreditar que milhões lerão ? O que provavelmente vai acontecer, é que não mais que 10 pessoas lerão, mas esse não é meu combustível, meu combustivel é ambicioso, é otimista, faço porque acho que vou chegar em um lugar incrivel. Se eu não chegar, não vou parar para chorar tremendamente, porque sou otimista, a queda não vai ser maior, porque não vou dar a ela esse valor.

O otimismo serve para me dar animo, para poder fazer o que eu quero com sorriso no rosto, pra fazer o que eu não quero mas tenho que fazer, também com um sorriso no rosto, e para assim tentar tirar sorriso dos rostos alheios, e se a atividade é um saco, pelo menos o ambiente melhora. E se não melhorar, eu fiz minha parte.

E o pessimista ? Como eu sei que o cara vai se comprometer com algo se ele não espera que aquilo seja algo realmente bom ? Qual o animo dessa pessoa para fazer algo ?

Existem diversos tipos de pessoas e diversas gradações de otimismo e pessimismo nelas, e se misturadas com um pouco de realismo e consciencia do que acontece a sua volta, eu prefiro o otimista.

O Otimista arrisca, e pode conseguir, o pessimista não vai atrás porque não vai dar certo mesmo. Não posso aceitar que o que eu não tentei não dará certo. Não posso aceitar que 1% de chance é nenhuma chance. Se entre 1000 pessoas eu só tenho uma chance, se entre 1 bilhão eu só tenho uma chance, é só o que eu preciso, o que vou fazer com duas, se existe a possibilidade de eu conseguir o que eu quero eu vou atrás, se eu vou conseguir, eu não sei ainda. Mas tenho certeza absoluta que não vou estar concorrendo com pessimistas.

Prefiro sorrir de graça, porque assim, faço sorrir. E sim, sei que terei meus dias de foça, mas sei que terei muita gente pra me fazer sorrir nesses dias.

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Tive vontade e ideias para escrever

Mas está ‘tarde’, estou com sono, e tenho que acordar cedo amanhã para trabalhar.

É a vida limitando as possibilidades.

O que importa são as ideias circulando, crescendo e amadurecendo na mente, que mesmo cansada trabalha arduamente com o fantastico, que brinca de Deus, chegando até a acreditar que é Deus, e que se quiser, é só fazer o movimento correto com os dedos e pensar naquilo que imaginou que a coisa acontece, mas tem medo de ser Deus, e por isso jamais arrisca tal movimento.

Interenssante essa mente, que diz que não faz, fazendo. Que passa de sono pra Deus. Que dorme tranquila depois de justificar o desnecessário.

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MEU GLOSSÁRIO DE PALAVRÕES : O QUE ELES NÃO QUEREM DIZER



FILHO DA PUTA: NÃAAAAAAAAO!!!! Eu não acho realmente que sua mãe vendia o corpo pra te alimentar.

CORNO: Se a maioria das pessoas que eu convivo são solteira, como eu poderia estar querendo dizer que a pessoa foi traída ? oO’

CUZÃO: Vai dizer que você realmente acha que eu estou me referindo ao tamanho do seu orifício anal?

VIADO: PELO AMOR DE DEUS!! Não, não tem nada a ver com a sua opção sexual.

Ah e aos desavisados, as poucas pessoas pras quais eu me dirijo usando essas palavras são meus amigos. Então se um dia eu te chamar de corno, cuzão, viado, ou filho da puta, ou você está prestes a levar um soco, ou você é considerado alguém que eu tenho alguma intimidade. Esses são os mais comuns, mas eu tbm posso te chamar de:

Seu Merda

Seu Bosta

Seu Fresco

Sua Bixa

Vai ser burro assim na puta que o pariu (esse é legal)

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calvinnhobbes:


By Bill Watterson
Published on 17th September 1992


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Quem precisa de Bazin quando se tem Calvin haha

calvinnhobbes:

By Bill Watterson

Published on 17th September 1992

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Quem precisa de Bazin quando se tem Calvin haha

Notes: 67 View comments 4/28/11 — 11:53am Short URL: http://tmblr.co/Zie3Wy4goYVP
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Um pequeno conto / Guarda-chuva

Faz tempo que não atualizo essa budega, por falta tanto de criatividade como de vontade, então eu entrei em uma nova aula de roteiro e esse ‘conto’ aqui é algo que eu tive que fazer pra essa aula, foi feito bem nas pressas porque eu estava ocupado a maior parte da aula escrevendo uma outra coisa que era por fora da aula. por isso ficou bem parecido com um texto antiguinho que postei aqui, Bombom, Pai, e Xadrez se não me engano é o nome.

Bom o exercício era o seguinte: a professora colocou varios objetos na mesa e cada um escolhia um ou mais para escrever algo que contivesse esse objeto. O que eu escolhe foi o guarda-chuva, misturei com a história do bombom, pai, xadrez e saiu isso ai.

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Chovia forte aquela noite, quando Ela chegou e foi se sentando no balcão do bar. Eu, como de costume, me ofereci para guardar seu guarda-chuva. Ela entregou e pediu um  Martini.   Servi e voltei a lavar os copos. Em certo momento percebi que ela se aproximou do Carlos que também estava no balcão e flertou bastante com ele. Depois de mais ou menos  uma hora eles saíram juntos do restaurante. Quando percebi que eles haviam saído eu saí atrás dela pra devolver o guarda chuva, que ela havia esquecido pois não chovia mais aquela hora. Saí do restaurante e não a vi, então dei uma olhada no beco ao lado só pra desencargo de consciência,  tendo quase certeza de que não os encontraria mais. Foi então que eu vi. Ela tinha acabado de atirar nele, com uma arma dessas com silenciador. Fiquei atônito, não conseguia me mexer, na minha cabeça passaram varias coisas, ela se virou e me viu, provavelmente sentiu a minha presença ali. Rapidamente corri de volta para dentro do restaurante, tendo a certeza  de que ali em um lugar público ela não teria coragem de me atacar. Já havia se passado mais de uma hora quando ela entrou novamente no restaurante, acho que foi o tempo necessário que ela levou pra se livrar do corpo. Também foi o tempo necessário pra eu poder pensar com calma em toda aquela situação. Ela sentou-se e pediu outro Martini, então quando eu trouxe sua bebida ela segurou no meu braço e disse “Você não viu nada! E antes que me julgue uma assassina qualquer, aquele homem merecia morrer”, perguntei o porquê, “Porque ele estuprou e matou algumas garotas, e mesmo depois de julgado conseguiu ser liberado por falta de evidencias, mas eu não poderia deixar isso passar”, demonstrei interesse na história dela e disse que achava que pessoas assim que fazem justiça com a própria mão são necessárias as vezes, já que o sistema não cumpre seu papel adequadamente. Depois de algum tempo de conversa e de perceber que ela não me conhecia e também não tinha a intenção de matar, resolvi propor uma parceria, eu disse que eu queria ser como ela, que quando eu vi o que ela fez a primeira coisa que me passou pela cabeça foi a admiração,  e que se ela me treinasse e me auxiliasse eu poderia ser um justiceiro como ela e que assim poderíamos dar conta de mais pessoas, fazendo uma limpeza da cidade mais rápida. Ela inicialmente relutou à minha proposta, mas eu fiz chantagem dizendo que ou era isso ou eu a entregava para a policia. Nesse momento eu já sabia que ela seria incapaz de matar alguém inocente como eu. Ela acabou aceitando depois de eu usar o argumento de que o guarda chuva que estava comigo continham suas digitais. Mas creio que não foi só a ameaça de uma possível denuncia minha que a fez concordar em me ensinar seus truques, acho que ela viu em mim um possível sucessor ou algo do tipo. Encontramo-nos como combinado no dia seguinte em um sítio abandonado nos arredores da cidade. Ela claramente não sabia do que eu estava planejando, me explicou em detalhes como pesquisar potenciais criminosos que foram absolvidos e como se aproximar para mata-los, eu não dava muita bola para o que ela falava, apenas esperando o momento certo de agir. Pedi para que ela me ensina-se a atirar, ela então explicou varias coisas sobre a arma que usava, uma 9 milímetros, deu alguns tiros e depois me entregou a arma, e mandou eu atirar, enquanto pegava o silenciador na mala para que eu pudesse ver a diferença. Aproveitei o momento de distração dela e atirei descarreguei a arma, que tinha umas sete balas.

-Então você não contou pra ela do porque de você estar atirando nela?

-Não, ela morreu sem saber que eu era irmão do cara que ela matou naquele beco.

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